A GAZETA INDEPENDENTE Nº 6

A verdade com independência

Data: D1 0655

1º. Dia de Combates. Seis horas e cinqüenta e cinco minutos depois de liberadas as ações ofensivas.

 

 

COMANDO VENEZUELANO RESPONDE A NOTA AMERICANA

            O comando venezuelano emitiu uma nota em resposta ao suposto comentário americano sobre o desempenho dos caças russos. Segundo a nota o Comando Venezuelano não se preocupa com os americanos nem com os "modernos" caças   tipo F-16 que toma 10x0 do nosso "russo decadente", em outros combates... Se quiserem engrossar a nossa  lista de abates, estejam a vontade...

 

VENEZUELA COMPRA JORNAL BOLIVIANO E QUER TV

Com o apoio do governo boliviano, a Venezuela quer estabelecer um sistema oficial de comunicação na Bolívia, comprando diversos veículos de imprensa que estavam nas mãos de bolivianos, disse
ontem o diretor da TV Cadena A, Jorge Tejerina. Segundo Tejerina, o governo de Hugo Chávez adquiriu recentemente o semanário "La Epoca", e a petrolífera estatal da Venezuela, a PDVSA, "tenta
comprar um canal de TV" para colocá-lo a serviço do governo boliviano. Chávez também tem adotado medidas polêmicas no setor de comunicação em seu próprio país. O presidente venezuelano chamou
ontem de "idiota" o secretário-geral da Organização dos Estados Americano, o chileno José Miguel Insulza, e pediu sua renúncia. O ataque foi feito depois que Insulza criticou a decisão de Chávez
de não renovar a licença de uma TV oposicionista, que expira em maio. Em Cochabamba, intensos confrontos foram travados ontem entre a polícia boliviana e camponeses ligados ao presidente Evo Morales. Várias pessoas ficaram feridas no protesto pela renúncia do governador opositor Manfred Reyes Villa. O governo destituiu o chefe da polícia local.

 

BOLÍVIA REFORÇA APOIO À VENEZUELA

            O governo da Bolívia promoveu nova demonstração de apoio ao povo (governo) da Venezuela. O presidente de Bolívia lembrou que os dois países estão unidos por um tratado de cooperação que inclui a defesa mútua e esclareceu que a Venezuela tem honrado a sua parte. A resposta a destruição da ponte pelo Brasil foi uma delas e recentemente mais uma ação concreta, reforçando a defesa da Bolívia foi feita.

 

 

 

Data: D1 0655

 

FLANKERS 5 x 0 AMX

            O comando Venezuelano informou ter derrubado cinco caças AMX do Brasil, que tentavam atacar a base de Axapabo. Segundo a nota da FAV, somente um caça disparou seus mísseis e acabou com a ameaça. O Comando Brasileiro emitiu nota informando que os caças realmente estavam em missão de ataque e que a escolta deles atrasou.

 

VENEZUELA DERRUBA MÍSSEIS TORGOS

            O Comando Venezuelano informou que dois mísseis Torgos que ameaçavam a capital, Caracas, foram derrubados hoje cedo. Um dos mísseis foi derrubado por um míssil Barak, disparado pelo Esq. 22 da FAV (AAé). O outro míssil foi derrubado por uma combinação de tiros da 2.104ª. Bia. AAé do EV.  Confira as imagens abaixo.

Nesta imagem pode-se ver a tragetória dos mísseis Barak e as tragetórias das balas dos canhões de 40mm.

 

 

Nesta outra pode-se ver a tragetória dos mísseis Barak e a explosão no momento do impacto contra o míssil brasliero.

 

 

 

TERMINAL PETROLÍFERO DE LAS PIEDRAS ATACADO!

            Nem tudo foi negativo para as forças Brasileiras. O Terminal petrolífero de Las Piedras foi atacado por quatro mísseis Torgos, lançados pelos A-7M Corsair II da MB.  Os mísseis destruíram boa parte do terminal. Não se tem informações sobre mortos e feridos. O Comando Venezuelano informou que em questão de semanas o terminal estará totalmente recuperado. Técnicos brasileiros admitem que somente em meses o terminal estará recuperado, mas que em semanas é possível recuperar alguma capacidade, já que o terminal é muito grande. Confira as imagens abaixo a seqüência do ataque, é possível ver que foram atingidos os tanques, o ponto de transferência para os navios e o aeroporto, o que dificulta o envio de equipes de reparos por via aérea.

 

 

 

 

 

 

 

D1 065730

 

Marinheiros de água doce

As razões que levam a Bolívia e outros sete países sem mar a ter sua Marinha

 

Marcelo Bortoloti

 

A Bolívia perdeu sua única faixa de litoral para o Chile durante uma guerra em 1879. Desde então, vem tentando recuperá-la. O presidente Evo Morales já afirmou em diversas ocasiões que essa é uma das grandes

metas do seu governo. No ano passado, durante um discurso inflamado, fez bravata e convocou os militares a se preparar para voltar ao mar "a qualquer momento". Morales se dirigia à Marinha boliviana, uma

insólita força militar com 4.800 homens, 73 embarcações de combate e nenhum oceano. Sua base mais importante fica dentro de um lago, o Titicaca, que faz fronteira com o Peru. A existência dessa corporação,

apesar da evidente limitação física, obedece a critérios menos funcionais do que patrióticos. No caso, o de manter desperto o ânimo dos bolivianos para a volta ao litoral. No prédio da Marinha uma frase

em letras garrafais sintetiza o ânimo da corporação: "El mar nos pertenece por derecho. Recuperarlo es un deber". Desde o início de seu governo, Morales tenta avançar nesse campo com manobras diplomáticas,

que até agora não surtiram efeito.

O mundo tem hoje 43 países sem acesso ao mar. Segundo dados da CIA, apenas oito deles possuem marinhas militares. É o caso do pequeno Malauí, no centro do continente africano, que tem uma Marinha com 225 homens dentro do Lago Niassa, com os canhões apontados somente para Tanzânia e Moçambique. Uganda, também na África, conta com uma força naval de 400 homens que virou motivo de anedotas internacionais. Na década de 70, o ditador Idi Amin começou a aparelhá-la para exibir seu poderio militar frente aos americanos. A única dificuldade era o fato de a Marinha estar cercada no interior do Lago Vitória. A Mongólia, na Ásia, mantém uma força naval dentro do Lago Hovsgol, na fronteira com a Sibéria, que permanece congelado seis meses por ano, impedindo a navegação. Segundo um documentário feito pelo americano Robert Stern, ela tem somente um navio e sete marinheiros, sendo que apenas um deles sabe nadar. Na lista das marinhas sem saída para o oceano também estão a do Cazaquistão, a do Azerbaijão e a do Turcomenistão, na Ásia, e a do Paraguai, cujo arsenal tem 3.600 oficiais, vinte embarcações, dois aviões e dois helicópteros.

 

De todas essas, a Marinha boliviana salta aos olhos por ser a maior força naval ribeirinha do planeta. E os marinheiros de água doce bolivianos têm pouca quilometragem. Em 2006, pelo menos oito morreram afogados. O número de baixas no período é maior que o da Marinha brasileira. Há seis anos eles tentam construir seu primeiro barco oceânico, missão que, por falta de verba e tecnologia, está longe do fim. O pelotão se dedica a atividades um tanto prosaicas. No ano passado, 160 oficiais foram destacados para capinar os pastos de um zoológico local. "Tudo o que queremos é uma faixa de 10 quilômetros de litoral que possamos chamar de nossa", disse em entrevista recente o diretor da força naval boliviana, o vice-almirante José Alba Arnez. Enquanto o mar não chega, sua principal atividade é o patrulhamento de rios, missão que em outros países sem litoral, como Áustria, Hungria, República Checa e Suíça, é entregue à polícia. Se fosse desempenhar alguma missão militar, como investir contra um país estrangeiro, seria facilmente esmagada por qualquer Marinha de nação litorânea do porte da brasileira, que tem 53.000 homens e 122 embarcações de combate. "Não existem grandes marinhas fluviais. Na maioria dos casos elas só  servem como cabide de emprego", diz Ronaldo Leão, diretor do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. O que se pode chamar de moderna Marinha boliviana nasceu na década de 60, quando o então presidente Víctor Paz Estenssoro, entusiasmado com o projeto de recuperar o litoral, povoou com navios militares o Lago Titicaca e os rios que fazem fronteira com o Brasil e o Paraguai. Desde então, a força naval abocanha cerca de 15% do mirrado orçamento militar boliviano, que é de 130 milhões de dólares. "É uma Marinha simbólica, que serve para não deixar a idéia morrer", diz o almirante Reginaldo Reis, da Escola de Guerra Naval do Rio de Janeiro.

 

A luta pelo mar tem sua óbvia razão de ser. Países sem acesso ao litoral ficam em posição desvantajosa no cenário internacional. Dezesseis deles estão entre os menos desenvolvidos do mundo. As Nações Unidas mantêm um programa especial de auxílio a esses países arrolhados, para que não fiquem à margem da economia global. A principal dificuldade é a logística de exportação e importação. Hoje, a maior parte do comércio mundial trafega pelos oceanos. Segundo dados da ONU, os países sem litoral gastam duas vezes mais em transporte e seguro para exportação que os litorâneos. A dependência dos vizinhos é enorme. Além de investir em infra-estrutura interna de transporte, o país interior precisa contar com uma boa estrutura também do vizinho para escoar ou trazer a produção do porto mais próximo. O Brasil é o principal parceiro comercial da Bolívia, responsável por 40% de suas exportações e 30% das importações. A maior parte dos produtos que chegam da Europa ou dos Estados Unidos também passa por portos brasileiros ou argentinos. É uma situação de subordinação para a qual Evo Morales não atentou. Ele quer chegar ao oceano, mas, com a Marinha e os dotes diplomáticos que tem, provavelmente não romperá cerco algum.

 

 

COLÔMBIA PROTESTA CONTRA INVASÃO DO SEU ESPAÇO AÉREO

 

O governo da Colômbia notificou formalmente que irá derrubar qualquer novo caça Venezuelano que invadir seu território. Segundo a FAC, quatro caças venezuelanos invadiram o território Colombiano, provavelmente vindos da base de Porto Ayacucho. Quando informados pelo rádio que deveriam pousar em uma base colombiana e que interceptadores já estavam a caminho, os caças venezuelanos fizeram meia-volta e fugiram, alegando falha no sistema de navegação.

A FAC informa que irá deixar uma patrulha aérea permanente, no local, para evitar que novas violações fiquem impunes.

 

 

 

POLÍCIA VENEZUELANA INVESTIGA ESTRANHA EXPLOSÃO

 

A Polícia Venezuelana investiga uma estranha explosão que matou dois policiais e destruiu uma viatura, além de abrir uma cratera no local onde estavam, em Punto Fijo, na península que fica na entrada do golfo de Maracaibo. A primeira hipótese levantada foi de um atentado terrorista, mas o testemunho de uma senhora que estava a poucos metros de distância leva a polícia a descartar essa hipótese. Segundo a testemunha, os policiais estavam com um radar de mão, controlando a velocidade dos veículos na estrada, quando ela ouviu um estranho e agudo silvo, seguida de um enorme estrondo.

Segundo a Polícia, os destroços da viatura se espalharam por um raio de 100m. Além dos dois policias mortos, um gato e um cachorro também morreram de susto.

 

 

 

D1 0658

 

NOTA OFICIAL VENEZUELANA SOBRE A SUPOSTA INVASÃO DO ESPAÇO AÉREO COLOMBIANO

 

É com extrema tristeza que vemos nossos irmãos colombianos sendo manipulados a se envolverem no conflito atualmente em curso com o Brasil, que covardemente se coloca na posição de agressor de nosso solo pátrio e, abusando de seu apoio por parte do governo Bush, demonstra que tal guerra é apenas motivada pelo interesse em os americanos dominarem as reservas petrolíferas mundiais, sendo prova deste ambicioso plano o ataque contra nossas instalações destinadas a prospecção, processamento e exportação de petróleo, alvos estes, sem nenhum valor militar, ou cuja destruição tenham efeitos imediatos nos rumos da guerra.

Há poucos minutos não quatro, mas sim duas aeronaves provenientes da região noroeste de nosso pais realizavam um vôo sobre a região de fronteira com a Colômbia, não se tratando de caças, mas sim de aeronaves leves de transporte tipo C.212-400 (de nossa aviação naval) em configuração de evacuação aeromédica. Tais aeronaves foram enviadas em direção ao sul de nosso pais, a fim de prestarem apoio a vitimas de um covarde ataque contra um vilarejo junto a fronteira com o Brasil.

Diante das necessidades urgentes que se apresentaram, as mesmas decolaram o mais breve possível e se deslocaram em direção a seu objetivo (onde vitimas civis com graves queimaduras careciam de apoio urgente de médicos!) e diante dos ataques realizados contra nossas refinarias, não tiveram escolha que voar o mais ao sul civil.

Os nossos operadores de controle de tráfego aéreo estavam auxiliando os pilotos em seu vôo e, no momento da suposta invasão do espaço aéreo, as mesmas encontravam-se a cerca de 2NM da fronteira, tendo prontamente desviado tão logo foram alertadas pelas autoridades Colombianas.

 

 

POLICIA VENEZUELANA INVESTIGA ESTRANHAS MORTES DE ÍNDIOS

 

A Polícia Venezuelana está em volta com mais dois mistérios para resolver. Após a estranha morte de dois policiais, mais duas ocorrências estranhas foram registradas. A 60 mn a lestes de San Juan uma tribo indígena foi quase exterminada. Segundo o Cacique da tribo, eles estavam dançando em volta de uma grande fogueira quando ouviram um estranho e agudo silvo, seguido de um enorme estrondo. Segundo o Cacique, no lugar da fogueira ficou uma grande cratera. Os pedaços dos corpos de 12 índios foram parar a dezenas de metros de distância. Outros 11 índios ficaram feridos. Coincidência ainda maior ocorreu com outra tribo, desta vez a 30 mn a oeste de Esmeralda, quando 11 índios morreram e 12 ficaram feridos em uma fantástica e macabra semelhança. Assim como a outra tribo, eles estavam dançando em volta de uma grande fogueira quando ouviram um estranho e agudo silvo, seguido de um enorme estrondo. No local da antiga fogueira, uma nova cratera. A Polícia Federal Venezuelana agora sabe que não foi um acidente, já que em menos de dois minutos, três casos muito semelhantes aconteceram. Um aspecto novo é que nos dois últimos casos, os índios sobreviventes dizem que foram dois estrondos, um na fogueira e outro mais longe. Peritos estão sendo enviados para os três lugares. Além dos 23 índios, 6 macacos e 9 papagaios também morreram.

 

 

MIRAGE 2000 1 x 0 FLANKER

 

Num ataque coordenado por um R-99A do 2º./6º Gav, Esq. Guardião, quatro caças Mirage do 1º. GDA (Grupo de Defesa Aérea) – Esq. Jaguar -  derrubaram, com um míssil Derby, um Su-30 II Flanker, da Força Aérea Venezuelana. O Mirage 2000 – Rafale 304 -  foi creditado com a derrubada do Flanker Foxtrot -12. Segundo a FAB, o caça venezuelano ignorou uma regra fundamental do combate aéreo, que é o de não voar sozinho em uma área de combate.

 

 

 

VENEZUELA DERRUBA MAIS 3 MÍSSEIS TORGOS

O Comando Venezuelano informou que em uma ação conjunta do 304º. GAAAé (Exército Venezuelano) e do Esq. 25 (FAV), três mísseis Torgos foram derrubados. O 304º. GAAAé usou mísseis RBS-70 para derrubar dois mísseis inimigos, enquanto o Esq. 25 usou canhões Boffors 40mm guiados por radares Flycatcher, de primeira geração para abater o terceiro míssil. Um quarto míssil conseguiu passar mas causou “pequenos e irrelevantes” danos na base.

 

 

AVIAÇÃO NAVAL ATINGE MAIS UMA BASE VENEZUELANA

 

Mais um míssil Torgo lançando por um modernizado A-7M Corsair II do VF-1, identificado como Four 02, alcançou um alvo venezuelano. Segundo a MB, a base era estratégica pela sua posição o que dificulta eventuais desdobramentos das unidades aéreas venezuelanas.

Abaixo uma foto obtida por um correspondente.

 

 

 

D1 0658 30

 

COMANDO BRASILEIRO EMITE PEDIDO PARA O POVO VENEZUELANO

"Um alto oficial brasileiro, comandante das forças aeronavais, disse a esta Gazeta Independente que, diante  da dor e destruição trazidas pelo seu líder tirano, e pelo Golpe de Estado aplicado pelo notório criminoso nesta semana, com a cumplicidade do Congresso venezuelano, espera que o povo venezuelano se revolte, e alije seu líder e sua quadrilha do poder. O oficial garante, com pesar, que a destruição seguirá, e que cabe ao povo da Venezuela dar o passo certo na direção da Paz. Esse mesmo oficial disse estar perplexos com os assassinatos de policiais e indígenas na Venezuela, em uma tentativa clara e canhestra de manipular o próprio povo, por parte do ditador. Sobre o desempenho da aviação brasileira, disse ser o resultado esperado: "O Flanker é muito bom, nas propagandas e catálogos. Na realidade, não é uma aeronave provada em combate, exceto contra inimigos insignificantes. Some-se isso a um comando inadequado e inexperiente, e o resultado só podia esse mesmo.", arrematou."

 

 

FAB EMITE NOTA OFICIAL SOBRE CONFRONTO NO SUL DA VENEZUELA

Informamos que após o revés da perda de algumas aeronaves ao Sul da Venezuela decorrente de uma falha de coordenação nas forças, a Força Aérea Brasileira demonstra através de sua aviação de caça que mantém sua capacidade de combate, inclusive contra inimigos tecnologicamente supostamente superiores, demonstrando que assim como vemos em esportes civis, como a Fórmula 1, mais do que a máquina, vale o “braço” do piloto e da equipe que o apóia. Através de uma aço coordenada, as aeronaves inimigas estão sendo monitoradas pelas nossos sistema de AEW1 no momento em que decolam e uma vez dirigindo-se em direção a solo pátrio são classificadas como com intenções hostis. Imediatamente nossos caças em LORCAP2 são direcionados para interceptar e destruir o alvo antes que este entre em território Brasileiro. Com a nossa distribuição em leque, cada elemento de LORCAP pode dar apoio a pelo menos mais um outro, fazendo com que as potenciais ameaças sejam interceptadas por pelo menos 4 a 6 caças.

 

Fazendo a segunda linha de defesa ao solo Brasileiro, temos vários caças em CAP3, localizados em posições estratégicas, dando apoio aos que retornam para abastecimento, assumindo a missão de LORCAP quando necessário e prontos a enfrentar e abater qualquer ameaça que adentre o território nacional.

 

Nossas aeronaves estão baseadas na inexpugnável Base Aérea de Manaus, onde não apenas as LORCAPs e CAPs garantem que nenhum inimigo irá se aproximar o suficiente para representar ameaça. Mas mesmo assim, aviões em alerta de 5 e 15 minutos garantem que qualquer surpresa desagradável possa ser enfrentada em tempo hábil, garantido através do Mission Kill4 que a estruturada artilharia anti-aérea no local possa apenas assistir os combates pela televisão. Versões menores desta estrutura de defesa aérea estão baseadas em Porto Trombetas e em Araguaína.

 

Tomamos a liberdade de citar aos Venezuelanos alguns trechos do Hino Nacional Brasileiro:

 

“...Mas, se ergues da justiça a clava forte,

Verás que um filho teu não foge à luta

Nem teme quem te adora, a própria morte,

Terra adorada

Entre outras mil,

És tu Brasil,

Ó Pátria amada!..”

 

Notas

1 - AEW (Airborne Early Warning) – Alerta Aéreo Antecipado, termo usado para tanto a tática de colocar aeronaves com poderosos radares a frente dos elementos de alto valor estratégico assim como para as próprias aeronaves designadas para esta missão.

2 – LORCAP (Long-Range Combat Air Patrol) – Patrulha de Combate Aéreo de Longo Alcance, uma variante das CAPs, onde os caças são posicionados em uma aérea distante da área amiga e próxima à linha de aproximação inimiga, o que geralmente força os caças a carregarem menos mísseis e mais combustível.

3 – CAP (Combat Air Patrol) – Patrulha de Combate Aéreo, a prática de estacionar caças próximos aos elementos de Alto Valor para protegê-los de aeronaves inimigas. Também é a designação das aeronaves designadas para este tipo de missão.

4 - Mission Kill – Qualquer aeronave inimiga que seja forçada a abortar sua missão de ataque a Alvos de Alto Valor para se defender.

 

 

AVIAÇÃO NAVAL ATINGE CARACAS

A Marinha do Brasil emitiu nota informando que um de seus mísseis Torgos conseguiu atingir Caracas. Apenas 3 minutos e meio depois de uma outra tentativa fracassada (ver acima), um míssil atingiu o aeroporto militar de Caracas, interditando aquela importante base. Ainda segundo as fontes da MB, eram dois mísseis, mas um foi derrubado. Entretanto, o resultado obtido foi total, com a interdição desta base.

A população ficou aflita, mas em ordem, apoiaram o governo.

Nos últimos minutos, a Venezuela tem sido atacada em diversas frentes. Ao norte e no sul bases foram atacadas. Os dois lados perderam caças, mas até agora a Venezuela tem uma base destruída, três outras seriamente danificadas e um terminal petrolífero destruído. O país foi atingido militar e economicamente, ao contrário do Brasil, onde nenhuma bomba caiu. 

 

Abaixo fotos que a Gazeta Independente obteve de Caracas. Na primeira foto, a base atingida. Na segunda foto, uma visão geral de Caracas. Ao fundo pode-se ver Maquietia, onde fica o aeroporto internacional de Caracas, alvo de um ataque frustrado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Nichele