A GAZETA INDEPENDENTE Nº 5

A verdade com independência

Data: D1 0643

1º. Dia de Combates. Seis horas e quarenta e três minutos depois de liberadas as ações ofensivas.

 

 

E COMEÇOU!   AMX 1 x 0 AAé -  SU-30 1 x 0 A-7M

 

            O Comando Brasileiro emitiu nota oficial informando a destruição da Base de San Simon, na Venezuela. O Comando esclareceu que essa era a base mais próxima da fronteira com o Brasil e que poderia ameaçar a estratégica base de São Gabriel da Cachoeira. Segundo a FAB, foram usadas bombas Spice guiadas pelos Pods Liteninng III. O ataque foi realizado por caças do 1º./10º. GAv, o Esquadrão Poker. Ainda segundo a nota, havia no local forte armamento antiaéreo, inclusive radar, que também foi destruído, sem que os caças brasileiros fossem atingidos. A FAB liberou um vídeo mostrando o ataque. Alguns especialistas consultados pela GI analisaram o vídeo e não souberam garantir que tenha sido deste ataque, mas garantiram que não seria muito diferente do que foi mostrado.

            Na Venezuela o Comando Militar confirmou o ataque a uma base “sem importância” na fronteira sul com o Brasil. Informou também que havia uma pequena unidade antiaérea no local, para evitar que a base fosse capturada, e que houveram baixas entre as forças de defesa, sem informar números. Os correspondentes da GI na Venezuela conseguiram tirar uma foto da base, via satélite. É possível ver grandes colunas de fumaça e perceber que a base está totalmente inutilizada. Um porta-voz do Exército Venezuelano afirmou que, se houverem mortos, serão construídas escolas com os nomes deles. Fontes não oficiais citam 12 baixas venezuelanas, quatro mortos e oito feridos.

 Clique nas imagens para ver em separado

 

 

Clique aqui para ver o vídeo de um Ataque de Precisão

 

 

 

Caças A-1 AMX da FAB

 

 

            Por outro lado a Força Aérea Venezuelana,  informou ter derrubado um A-7M Corsair II, da Avião Naval Brasileira, com um míssil R-27T.  Segunda nota oficial, a Marinha do Brasil confirmou que um de seus caças foi realmente abatido, mas que ainda há um combate ar-ar em andamento.

            Especialistas ouvidos pela GI informaram que o A-7M é uma excelente aeronave de ataque, mas não é um interceptador. Eles citam que o Flanker Su-30 além de ter maior manobrabilidade e velocidade, carrega mais armas em até 12 pontos duros. O dobro do que leva um A-7M.

 

Caça Su-30 MkI da FAV

 

 

Caça A-7M Corsair II da MB  (Foto US Navy)

 

OUTRAS NOTÍCIAS

Fontes não identificadas do Governo americano estuda o envio de 02 porta-aviões nucleares p/ o Caribe em franco apoio ao Brasil.

Existem também indícios de negociações secretas de compras de aeronaves americanas, sendo um lote de F/A-18F novos armados c/ os mortais AIM-120 e um outro lote de F-16 Block-60 tb armados c/ o mesmo BVR.

As fontes não souberam informar a real quantidade de aeronaves adquiridas, podendo estas serem frutos de uma doação por parte do EUA . Chile e Argentina exaltam apoio total ao Brasil .

 

 

 

 

Data: D1 0643 30

 

SU-30 2 x 0 A-7M

 

            O Comando Venezuelano acaba de informar que mais um caça A-7M Corsair II foi derrubado. A ação ocorreu sobre o Caribe, a cerca de 100mn ao norte de San Felipe. Segundo o MD Venezuelano, o caça foi derrubado por um míssil russo, R-27ER. Não temos mais detalhes e o governo brasileiro não se manifestou sobre essa notícia.

 

 

 

Data D1 0644

Su-30 5 x 3 A-7M

 

            O Comando Venezuelano divulgou nota informando que um total de 5 caças A-7M - Corsair II Modernizados foram derrubados em menos de dois minutos no Caribe Venezuelano.  Do Lado Brasileiro, a Marinha do Brasil informou que neste embate três caças SU-30 MKII Venezuelanos foram derrubados e que o esquadrão VF-1 comemora que três caças A-7M sobreviveram a este enfrentamento.

 

 

FLANKERS, DECPEÇÃO OU CERTEZA? UMA MENSAGEM DA MARINHA AMERICANA

 

            A Gazeta Independente recebe um e-mail de um comandante da US Navy e retransmite aqui, traduzido:

Flankers, Decepção ou Certeza? Conforme resultados apresentados até agora, o tão falado caça russo tem se apresentado uma decepção para os seus fãs (conhecidos como Flankistas) e uma certeza para seus críticos, que sempre consideraram que o avião não era "esta bola toda" que se dizia. Ao enfrentar aviões com mais de 20 anos de uso, designados para atuação em missões de ataque, sob pesada escolta aérea e em situações de superioridade aérea, o A-7 Corsair II em termos de combate ar-ar era considerado um Pato Mandarim, pelos seus próprios usuários. Voa mal, briga mal, se esconde mal, os "temidos Flankers" tiveram resultados que podem se considerar no mínimo um fiasco. Segundo alguns analistas militares, o resultado pode ser considerado um empate técnico. Não nos recordamos ainda de uma situação onde aviões de caça tenham sido enviados para interceptar aviões puros de ataque, sem escolta, tenham sofrido baixas, derrubado poucos inimigos e permitido não apenas que o inimigo continuasse a avançar, como também, destruísse uma base que tentavam defender. Segundo o comandante do grupo aéreo do Nae Norte Americano Ronald Reagan que observa as hostilidades estacionado no Golfo do México, somente contra aviões como os F-15,16 ou 18 se esperaria resultados semelhantes. Estas aeronaves designada inicialmente como aviões de caça para conquista da supremacia aérea, tiveram desenvolvidas suas capacidades de ataque, permitindo assim a formação de unidades de ataque, com capacidade real de auto-defesa, ao simples toque de um botão no painel da aeronave. Esta capacidade se mostrou tão bem sucedida que hoje a designação do Hornet é F/A-18, F de Fighter e A de Atack. O mesmo não se espera de aviões como o Corsair II, já desativado nas principais forças aéreas do mundo (o que não acontece com o Flanker). O que observamos até agora pode ser explicado apenas de duas maneiras. Ou os pilotos destes A-7 são os melhores do mundo. Ou que estava no comando dos Flankers não entendia de seu ofício. O que particularmente o Comandante acha mais provável."

 

 

GOVERNO DA BOLIVIA SE MANIFESTA

 

            O Governo da Bolívia emitiu nota oficial, ontem, dizendo que o Brasil tem que parar com suas agressões aos seus vizinhos. Num texto confuso, o governo do país andino faz referência que teria alguém fumando um “cigarrito del diablo” no planalto central brasileiro. O governo de La Paz disse que deseja a paz entre os vizinhos e lembrou que eles apóiam a Venezuela pois há um tratado de amizade e cooperação entre a Bolívia e a Venezuela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Nichele