A Gazeta Independente
                                           A verdade imparcial - Ano 3 - 16ª Edição - Cobertura Especial dos Combates      
                     Retrospectiva dos combates        
A ordem de Batalha: Venezuela FAV ou AMV ?
Composição da Força Aérea Venezuelana Força Aérea Venezuelana ou Aviação Militar de Venezuela?
Redação Redação
Marcelo Nichele Marcelo Nichele
   
Abaixo informamos o efetivo da FAV (hoje AMV) em Outubro de 2006, quando começamos essa simulação. Uma vez começada a simulação, não houve mais alterações, devido a composição interna dos sistemas de navegação e armas. Quando começamos essa simulação, em outubro de 2006, era Força Aérea Venezuelana. Em 2007 o nome foi alterado para Aviação Militar de Venezuela. Como já tínhamos diversos documentos redigidos com o nome antigo, resolvemos manter como
O campo "Uso ?" refere-se na simulação. Para facilitar essa simulação, os transportes de carga ficaram fora do controle dos participantes. Apenas as aeronaves de REVO continuaram sob comando direto dos participantes. Força Aérea Venezuelana, mesmo que o nome oficial tivesse trocado.
   
 
  E os F-16 Venezuelanos?
  Os F-16A não participaram da simulação
  Redação
  Marcelo Nichele
   
  A idéia, ao começarmos essa simulação, é que os F-16A da Venezuela fossem todos substituídos pelos Su-30 MKII Flanker G. Assim, não consideramos que os F-16 estivessem operacionais. Na simulação os dois esquadrões do Grupo 16 (161 e 162) operaram os Flankers Venezuelanos.
  Posteriormente ao início da simulação, foi noticiado que os Flankers operariam no recriado Grupo Aéreo 13, em Barcelona. Também é digno de nota que os Venezuelanos tem mantido seus F-16A em condições operacionais tendo, inclusive, participado de diversos exercícios aéreos, inclusive no Brasil (Cruzex), sempre com quatro ou mais aeronaves.
  Isso prova a capacidade venezuelana de manter suas aeronaves operacionais, apesar do embargo americano. Em 2003 haviam 20 caças voando, dos 24 comprados. Em alguns fóruns (por isso, não confirmado), citam 16 caças ainda operacionais, em 2008.
Interessante que o que foi retirado do inventávio da AMV, antes, foram os Mirage 5 e 50, do Grupo Aéreo 11. Atualmente seis Flankers foram deslocados para manter essa unidade ativa.
A ordem de Batalha: Brasil
Composição das Forças Armadas Brasileiras
Redação
Marcelo Nichele
 
Aqui as unidades da FAB, MB e EB, consideradas para esta simulação. Para os dois lados, as unidades foram consideradas 100% operacionais para as primeiras três horas de operações. Após, haveria uma redução crescente de efetividade. 
Os mapas iniciais dos combates
Às 06:00 os combates foram liberados, quinze minutos depois, o primeiro mapa
Redação
Marcelo Nichele
 
Liberadas as operações, Alfa-1 (São Paulo), libera seus primeiros A-7M, VF-2, com 12 caças decola. 
Às 06:15 - Em vermelho, meios do Brasil. Em Azul, meios Venezuelanos. Clique para ampliar
Com pouco mais de 15 minutos de voo, os caças brasileiros liberam os primeiros mísseis Torgos, que seguem em direção aos alvos no litoral venezuelanos. Os primeiros caças Flanker aparecem na patrula do litoral da Venezuela (códigos Golf e Foxtrot). No mapa abaixo também é possível ver um Mirage V (Cód. Delta).
A sequência foi um combate onde Corsairs, Flankers e Torgos foram atingidos, mas alvos em terra também o foram.
Ao sul da Amazônia Venezuelana, caças AMX brasileiros (Rafale-100/109) seguem para bombardear o aeroporto venezuelano de San Simon. Decolando de Puerto Ayacucho, mais Flankers (Foxtrot) decolam para patrulhar a fronteira.
Posteriormente, um desses Flankers iria derrubar, sozinho, cinco caças AMX, mas o aeroporto de San Simon foi atingido e neutralizado.
Os mísseis são marcados com uma "cruz" sempre na cor do time atacante. Os códigos variavam conforme o míssel, alvo e o lançador.
Às 06:44 - Abaixo, os primeiros ataques brasileiros, que partiram do Porta-aviões São Paulo (Alfa-1), que navegava ao norte do mar do Caribe.
Abaixo, o ataque brasileiro a San Felipe. Também é possível ver os R-99A (Rafales 1 e 2) e locais com radares móveis do 1o GCC (RM) e sítios com mísseis Igla (Mir), às 06:44.