A Gazeta Independente
                                           A verdade imparcial - Ano 2 - 13ª Edição - Cobertura Especial dos Combates      
                             1º Dia de Combates - Sete horas e trinta minutos desde que foram iniciadas as hostilidades      
Três Cesnas 206 abatidos na Bolívia! FAB informa que acabou a fragilidade na fronteira oeste
FAB informa que chegou a hora de reverter os ataques bolivianos Fronteira foi fechada!
Correspondente Mato Grosso Correspondente Mato Grosso
Corumbá Corumbá
07:31:30 - A Força Aérea Brasileira informou que caças A-29 Super Tucano - ALX - atacaram uma formação de aeronaves Cesna 206 sobre a região de Guayaramerim, fronteria com a cidade brasileira de Guaiara-Mirím.  07:31:30 - A FAB informa que a fronteira oeste está fechada. A chegada do Esquadrão Grifo e de outras unidades na região, irá fechar a fronteira. 
Segundo o comando do Esquadrão Grifo - 2o/3o Gav - os Cesnas bolivianos são aeronaves civis, alguns deles recebidos por apreensão de traficantes, e armados com metralhadoras. São aeronaves leves e ágeis, mas não são projetadas para combate. A fronteira com a Bolívia tem cidades muito próximas, divididas apenas por um rio. Mais ao norte, no local dos combates atuais, a divisa é pelo rio Madeira. As cidades Guayaramerim e Guaiara-Mirím (Bolívia e Brasil, respectivamente) estão frente a frente, conforme a foto abaixo:
Ao lado, uma foto do Cesna 206 em vôo.
 
Oficiais da FAB dizem que os bolivianos são   
audazes, mas a aeronave não ajuda!
Eventualmente acontecem acidentes com essas
aeronaves, justamente pelo uso forçado dela.
Comando Boliviano confirma perdas  
Força Aérea Boliviana diz que os embates aéreos apenas começaram  
Correspondente Paraguai  
Assunción  
07:32 - O comando da Força Aérea Boliviana confirmou a perda e disse que as aeronaves brasileiras foram detectadas pelos radares venezuelanos instalados no país e mesmo com aeronaves claramente inferiores, os pilotos bolivianos não fugiram e partiram para o ataque.   
Oficiais bolivianos disseram que os caças brasileiros quase foram atingidos e que é uma questão de minutos para que isso aconteça. Também informaram que há mais caças na área e que alguns deles tem mísseis, que foram fornecidos pelos venezuelanos.  
  Na foto: Bolívia à esquerda e Brasil à direita. Nas setas, os aeroportos.
 
 
Base de Valência atacada! Fotos Exclusivas do ataque!
Aviação Naval Brasileira destrói base venezuelana Nossos correspondentes mostram fotos aéreas da base atacada
Correspondente Venezuela Correspondente Venezuela
Valência Valência
07:31:30 - Pelo menos seis mísseis Torgos atingiram a base venezuelana instalada no aeroporto da importante cidade de Valência. Aeronaves, pista e instalações foram atingidas.  07:31:30 - As fotos mostram os impactos dos mísseis Torgos. Pode-se ver seis pontos de impacto, atingindo a pista, taxiways, instalações e pátios. 
Moradores relataram que a cidade foi sacudida por fortes explosões. Não havia defesa antiaérea instalada na base. Ainda, segundo repórteres locais, haviam alguns aviões
 
da Força Aérea Venezuelana na base, incluíndo pelo menos um dos supercaças Su-30 MKI Flanker. Os danos foram consideráveis.  
 
     
Oficiais da Marinha do Brasil dizem que esse ataque também foi diversionista
Oficiais brasileiros comentam ataque  
Correspondente Amazonas
Manaus
07:31:30 - No ataque anterior à capital Venezuelana (Gazeta Independente No. 12), o Comando Venezuelano declarou que aquele foi um ataque diversionista. 
Agora alguns oficiais da Marinha do Brasil dizem que esse ataque também foi diversionista, numa clara provocação aos adversários venezuelanos.
Os mesmos oficiais foram taxativos: Mais mísseis estão voando para seus alvos em todo o território venezuelano.
Base atacada, bem no centro de Valência
Comando Venezuelano confirma ataque e a perda de duas aeronaves
Força Aérea Venezuelana não confirma perda de Flanker
Correspondente Venezuela
Caracas
07:31:30 - O Comando Venezuelano confirmou o ataque a base de Valência e confirmou a perda de duas aeronaves C-26B Metro III, especializadas em guerra eletrônica.
Quanto a informação que haviam caças Su-30 MKI Flanker, na base, a nota oficial da FAV não comenta sobre isso. Alguns oficiais, entretanto, informaram que havia sim, um caça lá, pousado para reabastecimento, mas que "deveria ter decolado" logo ao sinal de chegada dos mísseis.
 
 
Outra foto do aeroporto/base em Valência
 
Na foto: Fairchild C-26B Metro III
Venezuela confirma a perda de um caça "Flanker" em Valência Venezuela abate de mais um A-7M Corsair II e de outro E-3 Viking AEW
Força Aérea Venezuelana volta atrás e confirma perda do caça russo Força Aérea Venezuelana volta a abater caças brasileiros
Correspondente Venezuela Correspondente Venezuela
Caracas Caracas
07:32 - Junto com uma nota em que informava a derrubada de duas aeronaves brasileiras, no Caribe, o Comando Venezuelano confirmou a perda de um caça Su-30 MKI que estava pousado na base, para reabastecimento. 07:32 - Além de reconhecer a perda de um importante caça em terra, o Comando Venezuelano informou que duas outras aeronaves da Aviação Naval Brasileira foram abatidas a cerca de 150mn da costa venezuelana.
Segundo fontes consultadas, essa informação não havia sido informada previamente e por isso não havia sido confirmada antes. Será instaurado um inquérito militar sobre o porquê das aeronaves não terem decolado. Segundo informações iniciais, pelo menos os dois C-26B poderiam ter decolado a tempo. Segundo a nota oficial, as aeronaves, um caça A-7M Corsair II e um E-3 Viking AEW tentavam se evadir do recente ataque ao território venezuelano quando foram interceptadas . Segundo um oficial, haviam várias aeronaves venezuelanas cercando os inimigos.
Ainda segundo oficiais Venezuelanos, em período de guerra a pena para tal ato falho é a morte. As aeronaves brasilerias foram abatidas por mísseis disparados por um caça Flanker e por um Mirage V, esse a curta distância, provando que os pilotos da
Venezuela estão prontos para arriscar a vida pela pátria.
Marinha do Brasil confirma perdas Centro de Caracas atacado novamente!
Nota oficial informa que essas perdas eram previstas Mais de 1.000 pessoas mortas ou feridas
Correspondente Amazonas Correspondente Venezuela
Manaus Caracas
07:32 - Em uma curta nota o comando Brasileiro confirmou as perdas e acrescentou que tal situação era prevista, face ao poder de combate dos Flankers.  07:32:30 - A capital Venezuelana foi fortemente sacudida, primeiro com o disparo de canhões antiaéreos e mísseis terra-ar, que provocaram grandes explosões no
Ainda a nota oficial acrescenta que mais aeronaves e mais ataques estão previsto no front Caribenho, sem entrar em detalhes se essas aeronaves estariam entrando em combate ou espera-se mais perdas. ar, seguidas de pelo menos dez explosões no solo, contra a já atacada sede da Força Aérea Venezuelana. Os mísseis atingiram praticamente todas as instalações da base, provocando novas explosões que foram ouvidas e sentidas
em toda a capital. Residências localizadas próximas a base foram atingidas, também, provocando novos incêncios e muitas baixas entre a população civíl.
Defesa civíl relata centenas de mortos! As intalações da base, muito grandes, favorecem a propagação do incêndio tornando difícil o trabalho dos bombeiros.
Moradores vizinhos a base atacada sofrem maiores perdas A Força Aérea Venezuelana estima que mais de 500 baixas em seu pessoal.
Correspondente Venezuela O número exato de mortos e feridos irá demorar a ser declarado pois muitos dos
Caracas hangares estão todos em chamas e não se sabem quantas pessoas ficaram pre-
sas. Oficiais informam que havia muitas atividades sendo executadas na base,
07:32:30 - A defesa civíl calcula em mais de 1.000 civis atingidos pelo ataque brasileiro. Na base aérea, hangares e algumas aeronaves explodiram, levando o fogo até as casas inclusive em vista dos ataques anteriores. O número de baixas só não é maior porque a defesa antiaérea estava atenta e disparou o alerta antes dos impactos.
vizinhas. Há relatos que, pelo menos um míssil caiu fora da base, atingindo uma residência e danificados outras. O que é compatíviel com o tipo de incêndio que se vê no núcleo habitacional que fica ao lado da base. Também há uma escola próxima.
Defesa antiaérea derrubou cinco mísseis Comando Brasileiro emite nota sobre o grande ataque realizado
Canhões e mísseis instalados nos morros da capital interceptaram ataques População civíl não era o alvo, garantem oficiais
Correspondente Venezuela Correspondente Amazonas
Caracas Manaus
07:32:30 - O Comando Venezuelano informou que mísseis Barak interceptaram cinco dos mísseis cruzadores lançados pelas aeronaves brasileiras. Tiros de canhão de 40mm também foram dados, mas não conseguiram acertar os alvos.  07:32:30 - Acontece! Essa foi a resposta do Comando Brasileiro, que emitiu nota informando que não foram lançados mísseis contra alvos civís e que o fato de um ou mais mísseis terem caído fora do alvo são erros marginais que podem ter sido causados por falhas ou até pelas explosões dos outros mísseis. 
Oficiais Venezuelanos prometeram que vão atacar cidades brasileiras também, e que na dificuldade de se chegar até Brasília, Manaus voltará a ser habitadas por macacos! A nota emitida ainda traz o lamento pela perda de vidas inocentes,  e sugere que a população de Caracas saia da cidade, numa clara intenção de provocar a
Também foram feitos comentários sobre a morte de civis inocentes que não se constituem em alvos de uma guerra. anarquia na capital Venezuelana. Especialistas informa que o recado é claro: Tem mais mísseis a caminho de Caracas, mas descartam anarquia e uma eventual fuga em massa.
Vejam as fotos do ataque
Muito fogo e fumaça no centro da capital venezuelana
Correspondente Venezuela
Caracas
 
 
   
   
   
     
 
Caracas novamente sob ataque de mísseis Torgos - Desta vez em Maquietá Caça brasileiro colide com caça venezuelano
Defesa Antiaaérea da Capital interceptou alguns mísseis, mas aeroporto foi atingido Choque aconteceu sobre o mar do Caribe
Correspondente Venezuela Correspondente Amazonas
Caracas Manaus
07:35:30 - Exatos três minutos após o último ataque, mais mísseis Torgos alcançam a capital Venezuelana, arrasando o Aeroporto Internacional localizado em Maquietá. Houve nova ação da defesa antiaérea instalada nos morros que cercam a capital. Muitos tiros de canhão foram dados e cerca de oito mísseis Barak disparados. Pelo menos cinco mísseis cruzadores Torgos foram abatidos. 07:35:30 - O Comando Brasileiro informou que um caça A-7M Corsair II colidiu com um caça venezuelano, aparentemente, um Mirage V, a instantes, a cerca de 100 mn da costa Venezuelana. As aeronaves brasileiras, do Esquadrão VF-2 haviam disparado seus mísseis Torgos e voaram mais algumas milhas, evitando que caças venezuelanos pudessem operar livremente para interceptar os mísseis
A capital venezuelana ainda contabilizava os mortos e feridos do ataque a base da Força Aérea em La Carlotta quando veio o alerta do novo ataque. O aeroporto internacional já não mais recebia vôos comerciais, mas ainda haviam algumas aeronaves estacionadas e Torgos. Os mísseis Cruzadores são lentos e podem ser abatidos por caças equipados com mísseis modernos. Por isso a necessidade de escoltá-los o máximo possível. 
também haviam muitos funcionários. As três pistas do aeroporto foram atingidas. O terminal de passageiros foi atingido pelo menos duas vezes e, ainda, hangares e as aeronaves lá estacionadas. O Comando Venezuelano acaba de confirmar a colisão com um Mirage V do esquadrão 34 que travava um combate em inferioridade com dois caças Corsair II. Segundo o Comando Venezuelano, ambos os pilotos conseguiram ejetar.
Uma equipe de resgate já foi enviada para buscar os dois pilotos. 
Segundo uma nova nota do Comando Venezuelano, os mísseis interceptados 
foram quatro pelo Esq. 15, com mísseis Barak e um por ação de canhões da 
Vejam as fotos do novo ataque 2.104a. Bia Antiaérea
Mais fogo e fumaça na área da capital venezuelana
Correspondente Venezuela
Caracas
Aeroporto internacional da capital, em Maquietá, dominado pelas chamas.
Mais de longe, Maquietá em primeiro plano e La Carlotta, mais ao fundo.
Outra imagem do aeroporto em Maquietá, atingido pelo último ataque.
FAB abate aeronaves bolivianas na região de Guajará-Mirím, oeste de Rondônia Força Aérea Boliviana abate um ALX    na região de Puerto Suárez - Corumbá
Caças A-29 ALX abatem aeronaves civis armadas e utilizadas como caças  Aeronave brasileira foi atingida por tiros de metralhadora
Correspondente Rondônia Correspondente Bolívia
Guarajá-Mirím Puerto Suarez
07:36 - Caças brasileiros ALX atacaram aeronaves bolivianas que patrulhavam a fronteira com o Brasil, abatendo duas delas. Desde o início dos conflitos, a pouco mais de sete horas, a força aérea boliviana equipou aeronaves civis, modelo Cesna-206, com metralhadoras. Agora essas aeronaves encontraram caças SuperTucano (ALX), armados com metralhadoras e mísseis ar-ar. 07:36 - A Força Aérea Boliviana informou que suas aeronaves Pilatus PC-7 entraram em combate com caças ALX da Força Aérea Brasileira. Segundo fontes da Força Aérea Boliviana, os PC-7 Pilatus estavam em inferioridade numérica e tecnológica, mas mesmo assim conseguiram derrubar uma aeronave mais sofisticada da Força Aéra Brasileira.
Segundo especialistas, mesmo se os ALX estivessem armados apenas com metralhadoras, a aeronave desenvolvida pela Embraer é projetada para o combate, já prevê manobras feitas sobre enorme força "G", equipada com sensores, miras digitais sofisticadas e data-link. Já o Cesna-206 é uma aeronave civíl com boa manobrabilidade, mas não foi projetada para manobras arrojadas. Ainda segundo os oficias bolivianos ouvidos, as aeronaves que atacaram a formação brasileira eram todas do Grupo Aéreo de Combate 34 e que manteve a tradição da aviação boliviana de ataques corajosos, mesmo em inferioridade. Os oficiais consultados ainda acrescentaram que estão enviando mais unidades para as duas regiões de enfrentamento com as unidades Brasileiras.
As aeronaves brasileiras eram do Esquadrão Grifo, o 2o Esq. do 3o. Grupo de Aviação.
           Caça A-29 ALX (Super Tucano) da FAB. Foto: Internet     PC-7 Pilatus II da Força Aérea Boliviana nas cores do Grupo
      Aéreo de Combate 34, mostrando todo o seu armamento. Foto: Internet
 
FAB abate caças PC-7 Pilatus entre      Puerto Suarez e Corumbá
Caças A-29 ALX abatem três aeronaves bolivianas
Correspondente Mato Grosso
Corumbá
07:36 - Aeronaves ALX do Esquadrão Flecha, 3o Esq. do 3o. Grupo de Aviação, abateram três aeronaves Pilatus PC-7 da Força Aérea Boliviana. Segundo oficiais ouvidos pela Gazeta Independente, haviam seis caças bolivianos na área e metade foram derrubados ao custo de uma única perda do lado brasileiro.
Ainda, segundo especialistas, os Pilatus bolivianos não tem acento ejetor.
FAB bombardeia Puerto Suarez
Caças A-29 ALX revidam ataque boliviano
Correspondente Mato Grosso
Corumbá
07:36 - Aeronaves ALX do Esquadrão Flecha, além de abaterem os caças bolivianos ainda atacaram alvos em Puerto Suarez. O aeroporto da cidade, de onde partiram os algozes ataques contra Corumbá e Ladário, foi atacado por várias bombas, além de um sítio de radar, instalado pela Força Aérea Venezuelana, na cidade.  
Segundo oficiais da FAB, as cidades de Corumbá e Guarajá-Mirím eram as que estavam mais expostas aos ataques bolivianos. Assim, Puerto Suarez e Guarámerim se tornaram alvos preferênciais para restaurar a segurança nessa frente de combate.     Segunda a fonte consultada, essa foto seria do caça ALX atingido por uma rajada de metralhadoras de uma aeronave Pilatus. Foto de Fábio Laranajeria, via Internet.
No ataque realizado a pouco, foi inutilizado o aeroporto de Puerto Suarez e um dos quatro radares TPS-43 do Esquadrão 22, instalados na Bolívia pela Força Aérea Venezuelana. Foram utilizadas duas aeronaves ALX para destruir o sítio de radar e duas outras para atacar o aeroporto. Um total de 12 bombas foram liberadas com precisão pelos ALX. 
 
Ainda, segundo a FAB, em Puerto Suarez há uma bateria antiaérea, ligada a única unidade do tipo, no Exército Boliviano, o 6o. Regimento de Artilharia Antiaérea. Segundo informe do Exército Brasileiro, essa unidade conta com canhões chineses de 37mm, suecos de 40mm e mísseis superfície-ar chineses. Os ataques realizados pelo Esquadrão Flecha, foram sempre acima do alcance dessas armas.  
   
 
Força Aérea Venezuelana abate mais um    A-7M Corsair II no litoral venezuelano
FAV informa que o tipo está quase "extinto" do inventário brasileiro
Correspondente Venezuela
Caracas
07:36 - Um míssil Phyton IV, disparado por um caça Mirage V, destruiu mais um caça A-7M Corsair II que tentava se evadir do último ataque a capital venezuelana. Oficiais venezuelanos ouvidos informam que mais da metade deste tipo de caça, a disposição da Marinha do Brasil, já foi destruída.     Aeroporto de Puerto Suarez atacado. Ao lado da pista, dentro da área do aeroporto, o sítio de radar, também destruído.
A Gazeta Independente conferiu seus registros e apontou que 20 dos 24 caças embarcados no porta-aviões São Paulo, já foi destruída.
O Comando Brasileiro reconheceu a perda do A-7M e do A-29, para os venezuelanos e Bolivianos, respectivamente.
 
 Nesta imagem, a grande altitude, Puerto Suarez a esquerda e Corumbá, a direita, e as marcas da guerra, em ambas as cidades.