A Gazeta Independente
                                           A verdade imparcial - Ano 2 - 12ª Edição - Cobertura Especial dos Combates      
                             1º Dia de Combates - Sete horas e vinte e sete minutos desde que foram iniciadas as hostilidades      
Dois mísseis Torgos abatidos! Gazeta Independente com novo Colaborador!
FAV informa que abate de mísseis cruzadores lançados pelo Brasil Novo analista irá enriquecer comentários sobre o conflito
Correspondente Venezuela Gazeta Independente
Caracas Redação 
07:27 - A Força Aérea Venezuelana emitiu nota informando que mais dois mísseis Torgos, localizados voando próximos a costa venezuelana foram abatidos a tiro de canhão, explodindo sobre o mar. A nota informa que os dois mísseis foram abatidos por um caça Flanker Su-30 MKII.  A equipe da Gazeta Independente passa a contar com a colaboração do Sr. Marcos Matos, Sargento do Exército Brasileiro, que enriquecerá a cobertura dos combates.
Segundo fontes da FAV, os mísseis fabricados pela África do Sul tem um perfil de vôo de baixa altitude, mas são relativamente lentos, uma vez localizados, não é difícil abatê-los. O Sr. Marcos vem acompanhando os combates pelo site da Gazeta Independente e, agora, irá colaborar com alguns comentários sobre esse conflito.
Os mísseis Torgos voam a escassos 30m de altitude e a 560 nós de velocidade ou cerca de 1.037 Km/h e podem ter guiagem inercial, GPS, IR ou ainda por TV. Ficamos contentes com essa ilustre participação!
A FAV também informa que tem criado um ambiente de forte emissão eletrônica, por aeronaves especializadas, impedindo que os mísseis Torgos já disparados recebam novos comandos de vôo. Seguindo no inercial ou por GPS, eles são mais fáceis de serem interceptados. O Sargento Marcos Matos é estudioso de combates históricos e participará com comentários e sugestões sobre esse embate entre Venezuela e Brasil.
Comando Brasileiro confirma abates Submarino brasileiro ataca navio venezuelano
Comando Brasileiro confirmou a perda de dois mísseis Torgos Marinha do Brasil informa ataque
Correspondente Amazonas Correspondente Amazonas
Manaus Manaus
07:27 - O comando Brasileiro em Manaus informou que realmente se perderam os sinais de dois mísseis Torgos. 07:27 - O submarino Tamoio, da Marinha do Brasil realizou um ataque a uma fragata não identificada da Venezuela. O ataque não foi conclusivo pois o navio venezuelano estava a mais de 30 km do submarino brasileiro e conseguiu se evadir do ataque.
Segundo nota emitida, os indícios são que dois mísseis realmente foram abatidos pois, apesar de uma forte interferência provocada por aeronaves venezuelanas de guerra eletrônica, havia um sinal de controle dos mísseis e eles foram perdidos de maneira abrupta. Quando há interferência o sinal vai sendo perdido aos poucos. Segundo a nota da Marinha o submarino estava em uma área de patrulha muito longe da força-tarefa capitâneada pelo porta-aviões São Paulo e o capitão do submarino preferiu um ataque a distância, preferindo não dar chance para um contra-ataque venezuelano.
Oficiais brasileiros informam que há muitos mísseis a caminho da Venezuela e que essas perdas eram previstas Segundo oficiais da MB ouvidos pela Gazeta Independente, a Marinha Venezuelana, em si, possui poucos meios anti-submarinos, além das fragatas, em si, os seus dois submarinos e algumas aeronaves ASW (anti-submarino).
A Marinha do Brasil possui, além das suas embarcações, helicópteros embarcados para esta função, o que não ocorre com a Armada Venezuelana.
 
Comando Naval Venezuelano confirma ataque frustrado Exército Brasileiro emprega artilharia pesada em duas frentes
Armada Venezuelana informa que ataque existiu, mas não teve efeito Exército Brasileiro usa artilharia na fronteira com a Venezuela e com a Bolívia
Correspondente Venezuela Correspondentes no Amazonas e no Mato Grosso
Caracas Manaus/Corumbá
07:27 - O comando da Armada Venezuelana confirmou o ataque, sem identificar o navio, mas informou que a área onde o ataque ocorreu será patrulhada por aeronaves ASW baseadas em terra, cujas as chances de abate são remotas, situação inversa no caso do submarino ser localizado pela aeronave.  07:27 - O crescimento dos combates no ar estão sendo acompanhados por combates em terra, também. O Exércio Brasileiro, na fronteira com a Venezuela, começou a empregar sua artilharia das Brigadas de Selva para bombardear posições do Exércio Venezuelano.
Oficiais venezuelanos comentam que o ataque a longa distância foi apenas para elevar a moral das forças brasileiras, sem risco de perderem a embarcação. Duelos de artilharia foram empregados no começo dos combates, mas não com a intensidade atual. 
Na fronteira com a Bolívia o Exércio Brasileiro utilizou, pela primeira vez, o sistema de mísseis Astros, para bombardear áreas da fronteira boliviana. 
Até agora não houve resposta dos disparos brasileiros contra objetivos estritamente militares na Bolívia. 
     
Foto da artilharia das Brigadas de Selva contra a Venezuela Foto do sistema Astros II em uso contra a Bolívia
Na foto acima, um canhão de 105 mm - Foto retirada da Internet Na foto acima, o lançamento de foguetes pelo lançador Astros II - Foto retirada da Internet
Veja o comentário do Sarg. Matos  
Marcos Matos
Comentarista Especial
Brasil
A Venezuela... Na verdade a Venezuela esta na defensiva, haja visto que o máximo que sua aviação consegue é defender Caracas. O Brasil... Como sua investida contra Caracas esta sendo barrada ou ao menos dificultada, seria natural uma ação naval efetiva para se ter uma vitória e levantar a moral do povo.
A entrada da Bolívia nos combates foi um ato de desespero, e visou somente a diminuição da pressão sobre os venezuelanos. Os bolivianos não tem como fazer frente ao Brasil, mesmo sendo ajudados pelos venezuelanos. Seria normal a ação das FARCS, contra o Brasil, e em apoio a Venezuela, mas isso deixaria sua frente contra o Exército Colombiano enfraquecida. Uma investida naval e terrestre também é possível porque toda a aviação venezuelana se concentra em defender Caracas, deixando suas tropas, navios e, inclusive, seus aliados bolivianos sem cobertura aérea. Seria um prato feito para os ALX/Supertucanos, AMX e ate os velhos Xavantes e Impalas.
Nesse caso os americanos poderiam entrar em cena alegando luta contra o narcoterrorismo, nessa situação os americanos só teriam a ganhar, inclusive com uma possível base americana na Amazônia brasileira. No plano internacional... 
Equador, Guatemala e Cuba devem correr em auxilio da Venezuela, mas esse auxilio deve ser mais diplomático que efetivo. Franceses, ingles, chilenos, colombianos e americanos devem dar apoio diplomático ao Brasil. Os argentinos devem permanecer neutros. 
 
Sede da Força Aérea Venezuelana é destruída! Comando Venezuelano confirma ataque tachado de "diversionista"
Sede da Força Aérea Venezuelana, no aeroporto de La Carlota, é destruída! FAV informa que só o trabalho burocrático era executado na base
Correspondente na Venezuela Correspondente na Venezuela
Caracas Caracas
07:27:30 - Um solitário míssil Torgos, demonstrando toda a capacidade do míssil sul-africano, atingiu, a pouco, a sede da Força Aérea Venezuelana, no Aeroporto La Carlota, no centro de Caracas. 07:27:30 - O comando da FAV confirmou o ataque e a morte de, pelo menos, 50 funcionários da força. Em nota oficial a FAV informou que o ataque foi meramente diversionista, mais como efeito moral do que prático. 
O ataque foi de surpresa, não houve resposta da artilharia antiaérea venezuelana, como nos outros ataques brasileiros. O míssil chegou e foi direto contra a sede da FAV, estremecendo o centro de Caracas.  O comando das operações da FAV está em um local protegido e secreto, na base atingida somente o trabalho burocrático é feito, segundo oficiais que tentam minimizar o ataque da aviação naval brasileira. Nenhuma aeronave militar estava na base no momento do ataque.
Na foto acima o aeroporto La Carlota, sede da Força Aérea Venezuelana - Imagens Google
Veja a análise do Sarg. Matos
Marcos Matos
Comentarista Especial
Brasil
07:31 - Me parece ficar claro que o Brasil tem toda a situação tática a seu favor, alias chego a afirmar que este conflito esta perto do fim senão vejamos...   -         Ações de comando contra instalações de retaguarda do exercito boliviano;
-         Ações do batalhão de guerra eletrônica do exercito brasileiro, sobre as comunicações bolivianas;

1) O alvo principal dos brasileiros não è a Venezuela e sim a Bolívia, afinal o conflito iniciou-se por causa do gás, e è muito importante que se tenha isso em mente para entendermos todo o panorama.
2) No inicio os combates o Brasil deslocou uma FT, para o mar do caribe a fim de precionar e colocar as forças da Venezuela na defensiva e obter a vantagem tática, o que funcionou muito bem.
3) A Bolívia entra no conflito, a finalidade tatica dessa ação era sem duvida abrir uma nova frente e forçar um relaxamento brasileiro sobre a Venezuela, mas o tiro saiu pela culatra, o Brasil da mostra de que pode lutar em duas frentes,  e mais, a entrada da Bolívia  no combate antes de ser prejudicial era na verdade tudo oque o Brasil queria, devemos relembrar novamente os motivos do conflito: GÁS...BOLIVIANO  
 -         Ações do batalhão de Forças Especiais do exercito sobre a população de Santa Cruz que em principio pode se sublevar e  receber os brasileiro não como invasores e sim como libertadores, è bom recordar que eles estão se rebelando contra o governo boliviano;
-         Acirramento de bombardeio aéreo (AMX e Supertucanos) e terrestre Astro II e II sobre posições defensivas, linhas de suprimento e posições de reservas do exercito boliviano;
7) Não podemos esquecer que o objetivo do Brasil e conquistar uma posição de superioridade em uma eventual negociação, afinal oque se quer è GAS. Com todas essas condicionantes, e analisando friamente a posição táticas dos oponentes do conflito, podemos chegar a conclusão do conflito.
 4) Não sei se foi percebido mas houve uma diminuição no lançamento de mísseis sobre Caracas, analisando esse fato isoladamente, pode-se pensar que o estoque de  mísseis do Brasil esteja no fim, mas ao analisarmos o todo verifica-se o deslocamento de tropas de selva para a fronteira tanto da Venezuela quanto da Bolívia, e o bombardeamento por artilharia de posições   nesses paises, esses bombardeamento visam, no caso venezuelano, manter  seu exercito onde esta, no caso boliviano um amaciamento das posições defensivas Bolivianas ou seja os Brasileiros querem realmente destruir essas  O Brasil
A estratégia brasileira para por fim no conflito, e conquistar uma posição de superioridade nas negociações è de imobilização da Venezuela e ameaça de perda de território da Bolívia. Tem tudo a seu favor, e esta perto de dar o desfecho final no conflito.
 A Venezuela
Não tem como ajudar a Bolívia, pois a  única coisa que pode ameaçar a tática
posições, afinal contra a Bolívia esta sendo usado o ASTRO II...então nesse contexto a diminuição do bombardeio com mísseis só pode significar que os mesmo estão sendo poupados para quando do inicio da ofensiva terrestre, ou seja quando a ofensiva terrestre começar haverá um maciço ataque de mísseis  com a finalidade de manter a força aérea venezuelana defendendo Caracas.
5) Entenderam agora, porque o submarino Tamoio atirou de tão longe contra a fragata venezuelana... A posição brasileira no mar do caribe è fundamental para todo o sucesso da operação.                                                                                                                      6) Devemos ainda não esquecer que os ataques com AMX, ao solo venezuelano pararam, ou seja esses aviões estão sendo poupados para o ataque terrestre contra a Bolívia, a aviação brasileira já deve estar em condições de apoiar esses ataques haja visto que não haverá  necessidades de muita escolta nos ataques a Bolivia, e os F5M estarão dispooniveis para uma pressão ainda maior sobre a venezuela, sendo provável que as próximas ações sejam: 
 brasileira e por fim a sua estratégia seria   derrotar completamente os  os brasileiros no mar do caribe...algo que me parece quase impossível, e só aconteceria em filme de ficção, e devemos entender que a Venezuela não teria quase nada a perder com o fim do conflito.                                                                                                                                                                    
                                                                                                                                                                                                                                                                                   A Bolívia
Esta sim tem tudo a perder, gás, território etc... Não há como obter uma vitória militar sobre o Brasil e nessa situação o melhor será negociar logo, antes da invasão e evitar o pior.
 
Os paises Neutros já devem estar fazendo ações para uma saída negociada. O problema deve estar sendo convencer os brasileiros porque nessa situação eles estão com a faca e o queijo na mão.
   
 
Comando Brasileiro emite nota oficial
Comentários de um comandante
Cmdte. Hwidger Lourenço
Manaus
 07:31 - Como explicar a visível fragilidade dos venezuelanos no atual conflito? Ao reunirmos nosso Estado-Maior para analisar a agressão venezuelana contra o Brasil, confesso que fiquei preocupado. Afinal, os venezuelanos vinha adquirindo material e armamento sofisticados, predominantemente russo, e nossas FAs vinham de um longo processo de sucateamento. Basta ver que nossa principal aquisição, antes da chegada dos F-18 do arrendamento de guerra, foram os corsairs. Que são, diga-se, aeronaves de ataque.

Partimos para os primeiros ataques conscientes das perdas que sofreriamos. Mesmo nossos pilotos sabiam que eram missões só de ida, mas não podiamos permitir a violação impune de nosso território. Para nossa surpresa, arrasamos metade da infra-estrutura venezuelana, destruindo refinarias, terminais de exportação, pistas, e ainda atingindo os QGs da Marinha e da FAV. Ejercito, espere por nós!

Sofremos pesadas perdas. Mas, curiosamente, mantemos um placar de dois meios nossos perdidos para cada flanker venezuelano derrubado. Terrível nossa perda, principalmente pelos colegas de academia. Mas é nosso trabalho. E o faremos.
Mas perder os "temíveis" flanker para aeronaves de ataque?


 Os venezuelanos compraram muito material moderno, mas o compraram com base em folders e propaganda. Não é que o flanker não presta, mas é mediocre. E se não for bem operado, pior..... treinamento é tudo! Não basta comprar material. Essas compras tem que ocorrer com racionalidade e planejamento. Integração é indispensável.

Acabamos com todas as bases venezuelanas no sul do país. Nossas forças avançam impunemente. Os venezuelanos estão sendo varridos no norte. Basta ver que a base da FAV e um flanker foram destruidos por...um Viking! Cara, jamais imaginei isso. E ele continua voando, botando flankers para correr. Pode?

Estamos poupando Caracas até agora. Mas coisa pior vem por aí. Recomendo a população que não saia de casa. Não atacaremos civis. Ou abandonem a cidade. Se residirem proximo à alvos militares ou econômicos, afastem-se. Nada temos contra o bravo povo venezuelano. Apenas contra seus mestres. Extendo o apelo aos militares venezuelanos. Rendam-se. Alijem o armamento, acionem as luzes de navegação, desliguem radares e pousem em aeródromos brasileiros. Não existe honra em uma morte inútil. E não haverá nova oportunidade.

Brasil Acima de Tudo!