A GAZETA INDEPENDENTE 10

A verdade com independência

Data: D1 0718

1º. Dia de Combates. Sete horas e dezoito minutos depois de liberadas as ações ofensivas.

 

Força Aérea Boliviana derruba mais um ALX

La Paz – A Força Aérea Boliviana informou que derrubou mais um caça brasileiro A-29 ALX na região de Riberalta – Guará-Mirim. Segundo a nota boliviana, esse novo feito foi possível com a ajuda dos mísseis fornecidos pelos venezuelanos. Segundo oficiais Bolivianos consultados, o que falta de tecnologia para os caças bolivianos, sobra  em coragem e audácia. “Lutamos com vontade, com garra” comentou um dos oficiais ouvidos pelos correspondentes da Gazeta Independente.

A Força Aérea Brasileira, por sua vez, confirmou esta nova perda acrescentando que o caça estava sozinho contra inimigos em número superior e por isso não conseguiu se valer da sua tecnologia mais avançada. A mesma nota informa que outras unidades estão se dirigindo para a região e que a superioridade numérica das forças bolivianas não serão suficientes para se impor sobre os caças brasileiros, mais modernos e capazes.

 

 

FAB arrasa base de Esmeraldas

Manaus – A Força Aérea Brasileira informou que uma esquadrilha de quatro caças F-5M completou a destruição da base Venezuelana de Esmeraldas. Segundo a III Força Aérea, responsável pelo ataque, os caças F-5M atacaram a grande altitude, acima do alcance da defesa antiaérea do Exército Venezuelano, que estava instalada na base. Segundo comentários de oficiais da FAB, os caças brasileiros, apesar dos sofisticados sistemas de navegação, chegaram facilmente ao alvo, pelas colunas de fumaça do ataque anterior (ver GI-9), e deixaram a base completamente destruída.

Correspondentes da Gazeta Independente, no local, conseguiram uma nova foto da base, do mesmo local em que foi tirada a foto anterior, deixando clara a destruição da base.

 

Base de Esmeraldas, depois do último ataque da FAB

 

 

Comando Brasileiro anuncia ataques maciços ao território Venezuelano

Manaus – O Comando Brasileiro informa que um grande ataque coordenado pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha do Brasil, utilizando-se de um grande número de bombas guiadas e não-guiadas, de foguetes e de mísseis Torgos. Ao final deste ataque, segundo os oficiais, a geografia da Venezuela vai ficar como a foto abaixo, prometem.

Imagem extrapolada do futuro relevo da Venezuela, depois dos ataques maciços

projetados pelas forças brasileiras.

 

 

 

Data: D1 0723

 

FAV Abate mísseis Torgos

A Força Aérea Venezuelana emitiu nota informando que seis mísseis Torgos, no Golfo da Venezuela. Segundo a nota, seis mísseis foram abatidos por mísseis ar-ar lançados pelos caças da FAV. Ainda, segundo a nota, os Torgos são mísseis sub-sônicos e relativamente fáceis de serem abatidos, quando localizados a tempo. Ainda segundo fontes oficiais, neste momento a FAV não apenas está caçando os mísseis, mas também caçando e destruindo os caças inimigos que estão operando em frente a costa venezuelana, numa operação de “limpeza de área”.

 

MB afirma que abates atingiram pequena fração dos mísseis

A Marinha do Brasil, contestada sobre a nota emitida pela Venezuela, informou, também por nota oficial, que esses abates estavam previstos e não afetam o planejamento do ataque. Um alto oficial da MB, que prefere não ser identificado, citou que foram disparados cerca de uma centena de mísseis contra instalações da Venezuela. E não estamos preocupados com os caças venezuelanos, pois estamos preparados para  “limpar a área”. Ele encerrou seu breve depoimento com a seguinte frase: “- Caracas não é um local seguro...”.

 

Especialistas contestam número de mísseis da MB

Especialistas contestam o número informado pelo oficial da Marinha do Brasil, no que se refere a quantidade de mísseis lançados contra a Venezuela. Considerando-se o número de aeronaves que podem portar esse míssil e o tempo decorrido, até agora, estima-se que o número real deva variar entre 40 e 70 % do informado. Lembramos que o número citado no item acima não é oficial. De toda a forma, temos um número relevante de mísseis disparados.

 

FAV realiza a primeira operação de REVO em operações de combate

Pela primeira vez nesse enfrentamento, a Força Aérea Venezuelana realizou uma operação de Revo – Reabastecimento em Vôo – em condições de combate. Um cargueiro KC-135/KC-137 reabasteceu um caça Su-30 MKII Flanker em uma área próxima ao litoral da Venezuela. Segundo oficiais da FAV, isso permitiu manter o caça próximo a área de bloqueio que a FAV está impondo aos caças navais brasileiros. O KC-135/137 é derivado do Boeing 707. A versão 135 operava com o sistema de “lança” e era usado para reabastecer, em vôo, os antigos F-16A Falcon. A versão 137 opera com o sistema de “Cestas”. Pelas fotos divulgadas pela FAV (abaixo) os cargueiros venezuelanos (em número de dois) parecem operar os dois sistemas, com os “cestos” nas asas e com a “lança” na cauda.

 

Su-30 MKII – Força Aérea Venezuelana – Fonte: www.fav-club.com

 

Revo KC-135/Su-30 MKII  – Fonte: www.fav-club.com

 

 

 

Su-30 MKII – Aproximando-se para contato com a cesta  – Fonte: www.fav-club.com

 

 

GI prepara vídeo sobre REVO’s

Os dois sistemas “cesto” e “lança” são os disponíveis, hoje, para reabastecimento aéreo. O sitema de “Cesta” é mais “universal”, e depende do piloto da aeronave recebedora encaixar o seu probe no cesto. Esse sistema transfere cerca de 1.100 litros/minuto. É o mais utilizado no mundo e, nos EUA, pela US NAVY e Fuzileiros Navais.

O Sistema de “lança” foi desenvolvido pela USAF e depende basicamente do operador do avião-tanque encaixar a ‘’lança’’ de reabastecimento no local de recebimento da aeronave recebedora. Esses sistema permite transferir cerca de 1.800 litros/minuto. É usado pela USAF e pelos países que usam as aeronaves tipo F-16/F15 e outras. A US Navy não adota o mesmo sistema pois ele exige aviões-tanque de grande porte.

 

F-16 recebendo combustível pela “lança” – Foto Defensetalk.com

 

 

F-16 israelense recebendo combustível pela “lança” de um KC-135  – Foto: Defeselink.mil

 

Para mostrar diversas operações de revos e a dificuldade em se realizar esse tipo de operação, preparamos um vídeo compilando cinco filmes de operações de revo:

  1. Revo tipo ‘’cesta’’ da FAB (KC-137 com F-5E). Produzido pela Alide;
  2. Revo tipo ‘’lança’’ da USAF (KC-135 com B-2 Spirit). Baixado do site beer100.com;
  3. Revo tipo bud-bud (cesta) pela Aviação Naval Russa  (SU-33 com SU-33), da Knaapo;
  4. O que pode dar errado num revo. Vídeo da AMI – Aeronáutica Militar Italiana, com um AMX. Observar comentário tipicamente italiano;
  5. Um exemplo, talvez único, de um revo com uma original pilotagem ‘’fly by wire’’, pela US NAVY, também pelo sistema de “cesta’’.

 

Clique AQUI  para baixar/assistir ao vídeo (3,51 Mb – 3’04’’).

 

 

Data: D1 0723 30

Aviação Naval Brasileira abate um C-26B Metro III

Manaus – Um caças A-7M Corsair II abateu, com um míssil, uma aeronave de Guerra Eletrônica sobre o litoral Venezuelano. Segundo nota da MB o turbohelice bloqueava os sinais controladores dos mísseis Torgos, mas acrescenta que mesmo com a interferência, eles seguiriam no “automático” até o alvo. Sem essa interferência é possível reorientar os mísseis e até receber imagens de TV deles. Segundo o oficial da MB, não houve sobreviventes.

 

Força Aérea Venezuelana informa que já tem outra aeronave de guerra eletrônica no ar

Caracas – A FAV confirma a derrubada de sua aeronave C-26B, mas informa que já tem outra na área e que logo deverá iniciar as interferências eletrônicas. Segundo a nota da FAV, outras aeronaves deste tipo estão em prontidão para continuar as interferir sobre os alvos inimigos.

 

Aviação Naval Brasileira abate um Su-30 MKII Flanker

Manaus – Nova nota da Marinha do Brasil informa que um caça A-7M Corsair II abateu, com mísseis, um caça Flanker Su-30 MKII da Força Aérea Venezuelana. Segundo a nota, o caça venezuelano foi atingido com pelo menos dois mísseis, sem chance de sobrevivência para o piloto.

 

Aviação Naval Brasileira abate dois caças Mirage V

Manaus – Em uma nova nota, a Marinha do Brasil informa que dois caças Mirage V, da Força Aérea Venezuelana foram derrubados por mísseis lançados por caças A-7M Corsair II. Dos dois pilotos, somente um conseguiu ejetar com sucesso. São os primeiros caças do tipo Mirage a enfrentar os caças brasileiros.

 

Força Aérea Venezuelana abate dois caças A-7M Corsair II

Caracas – A Força Aérea Venezuelana informa que reconhece a perda de quatro aeronaves, nos últimos instantes, mas informa, também, que abateu dois caças A-7M Corsair II da Aviação Naval Brasileira. A mesma nota lembra que a pouco foram abatidos seis mísseis Torgos e que mais mísseis e aeronaves serão abatidas, em breve.

 

Força Aérea Brasileira ataca a base de El Paují

A Força Aérea Brasileira informa que caças ALX, usando toda a capacidade tecnológica da aeronave, atacou com sucesso a base de El Pauji, próximo a fronteira com o Brasil. Os caças voaram a grande altitude, mas com seus sofisticados sistemas, conseguiram importantes impactos de bombas sobre a base. Um alto oficial das forças brasileiras afirmou que, com a destruição da base de El Pauji, todo o sul da Venezuela está aberto às forças brasileiras. Não restou nenhuma base significativa nesta grande área. San Simon, Esmeralda e El Pauji não existem mais. "A área já estava sob domínio brasileiro, tanto que nossos caças penetraram no território venezuelano, bombardearam El Pauji impunemente e regressaram sem serem interceptados de forma alguma.". Segundo esse oficial, agora só resta aos venezuelanos a rendição incondicional, ainda mais com a perda de mais e caças, entre os quatro abates, no Caribe, a pouco, que tentavam inutilmente proteger Caracas. Na imagem, El Pauji após o ataque.

 

El Pauji após ataque de caças ALX da FAB

 

Marinha do Brasil libera vídeo mostrando Mirage V sendo abatido

Manaus – A Marinha do Brasil liberou o extrato de um vídeo em que é mostrado o exato momento em que um míssil Derby atinge o caça venezuelano, apesar das manobras deste, que tenta desesperadamente se evadir.

Clique  AQUI  para assistir o vídeo (0,21 Mb – 8’’).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Nichele 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Nichele